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Sobre o concelho da Calheta

O concelho da Calheta é um dos Concelhos mais antigos da ilha da Madeira e o maior concelho em extensão. Foi a área escolhida por João Gonçalves Zarco, o descobridor da Madeira para fazer uma grande doação de terras ao seu filho João Gonçalves da Câmara e D. Beatriz Gonçalves.

A Calheta tornou-se uma vila 72 anos após a sua fundação, em 1 de julho de 1502, através de foral assinado pelo Rei D. Manuel I. Casa de nobres e cavaleiros, a região perpétua os seus nomes na toponímia local: Lombo do Doutor e Lombo do Atouguia.

Existem duas teorias sobre a origem do nome Calheta: a primeira relata a existência de uma pequena baía que tinha o nome atual; a segunda deve-se ao facto de a vila ter sido um local onde os impostos sobre o açúcar e madeiras eram recolhidos.

Segundo os censos de 2011 a população da Calheta totaliza 11 521 habitantes sendo que houve um decréscimo de 3,6% de habitantes em relação ao ano de 2001.

O concelho da Calheta é formado por 8 freguesias:

O concelho encontra-se limitado a nordeste pelo concelho do Porto Moniz, a nordeste por S. Vicente, a sudeste e a sul pelo concelho da Ponta do Sol, sudoeste e oeste pelo oceano Atlântico.

Possui um clima de influência marítima, com verões amenos, em que a temperatura média ronda os 24 °C e invernos também amenos, com temperaturas geralmente por volta dos 17 °C.

Apesar de ser, essencialmente, uma área de costa, banhado a oeste e a sul pelo oceano Atlântico, a sua morfologia é marcada por vários montes e serras, como sejam a do alto da Ponta do Pargo, com 998 m de altitude, e o Pico da Cova Grande, com 887 m.

Como recursos hídricos tem a ribeira das Faias, a ribeira de S. Bartolomeu, a ribeira Funda, a ribeira da Atouguia e a ribeira da Calheta.

A nível do património arquitetónico, destacam-se a Igreja Matriz do Espírito Santo, classificada como Imóvel de Interesse Público, de estilo manuelino, que conserva do barroco o sacrário de prata/ébano; a Casa da Misericórdia, instituída em 1535, também considerada Imóvel de Interesse Público; a Capela do Loreto, no Arco da Calheta, de estilo manuelino, que fazia parte do solar do neto de João Gonçalves Zarco e que conserva a pia batismal; a Igreja Paroquial de S. Brás, na freguesia do Arco da Calheta, construída no século XVIII, e que possui dois quadros da escola portuguesa do século XVI, e a Capela dos Reis Magos, em Estreito da Calheta, de inícios do século XVI, constituída por um portal de arco gótico, um teto mudéjar e um retábulo flamengo.

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